As impressoras 3D são capazes de imprimir objetos de metal, vidro, plástico, e até açúcar e batatas amassadas. E agora, estão sendo usadas para imprimir as delicadas e translúcidas asas de insetos mecânicos.
Os especialistas em robótica Charles Richter e Hod Lipson, juntamente com colegas da Universidade de Cornell, fizeram progressos recentes utilizando a tecnologia de impressão 3D para desenvolver uma pequena aeronave com asas, ou ornitóptero, que pesa apenas 3,89 gramas e pode pairar no ar por 85 segundos, o modelo “voador” mais leve e com “voo” de maior duração fabricado até agora. Os resultados da experiência foram publicados na última edição da revista Artificial Life.
Os especialistas em robótica Charles Richter e Hod Lipson, juntamente com colegas da Universidade de Cornell, fizeram progressos recentes utilizando a tecnologia de impressão 3D para desenvolver uma pequena aeronave com asas, ou ornitóptero, que pesa apenas 3,89 gramas e pode pairar no ar por 85 segundos, o modelo “voador” mais leve e com “voo” de maior duração fabricado até agora. Os resultados da experiência foram publicados na última edição da revista Artificial Life.
Um novo material em spray, que detecta e neutraliza explosivos comumente usados por terroristas, pode suspender as restrições do governo norte-americano a líquidos transportados a bordo de aviões comerciais.
O material é uma substância similar a uma tinta, feita de nanopartículas de óxido metálico. Elas mudam de cor, de azul escuro para amarelo claro ou transparente, na presença de explosivos à base de peróxidos. Esses explosivos foram utilizados por terroristas nos ataques ao metrô de Londres em 2005, e também pelo “homem-bomba do sapato”, que tentou detonar a substância a bordo de um avião em 2001.
“Esse material será usado em qualquer lugar onde haja explosivos implantados por terroristas, incluindo campos de batalha, aeroportos e metrôs. Salvará vidas”, afirmou o chefe do estudo, Dr. Allen Apblett, professor de química da Universidade Estadual de Oklahoma, durante uma apresentação de suas descobertas na Sociedade Química Americana.
Segundo Apblett, a propriedade de alteração de cor permite que o material aja como um sensor, detectando rapidamente os vapores produzidos por explosivos escondidos em roupas, alimentos e bebidas. A tinta contém partículas de um composto de molibdênio, um metal usado com frequência em peças de mísseis e aeronaves.
Fitas de teste contendo a tinta poderiam ser mergulhadas em líquidos não-potáveis antes do embarque. Em bebidas, amostras podem ser retiradas pela inserção de um tubo capilar com o material, sem contaminar os líquidos; a reação química ocorreria no interior do tubo.
Aplebett e seus colegas fundaram a Xplosafe, uma empresa que desenvolve e comercializa a “tinta anti-explosivos”. Eles esperam que o produto seja aplicado em aeroportos no máximo um ano.
FONTE : http://blogs.discoverybrasil.com/noticias/2011/04/tinta-que-detecta-explosivos-pode-impedir-ataques-terroristas.html
O material é uma substância similar a uma tinta, feita de nanopartículas de óxido metálico. Elas mudam de cor, de azul escuro para amarelo claro ou transparente, na presença de explosivos à base de peróxidos. Esses explosivos foram utilizados por terroristas nos ataques ao metrô de Londres em 2005, e também pelo “homem-bomba do sapato”, que tentou detonar a substância a bordo de um avião em 2001.
“Esse material será usado em qualquer lugar onde haja explosivos implantados por terroristas, incluindo campos de batalha, aeroportos e metrôs. Salvará vidas”, afirmou o chefe do estudo, Dr. Allen Apblett, professor de química da Universidade Estadual de Oklahoma, durante uma apresentação de suas descobertas na Sociedade Química Americana.
Segundo Apblett, a propriedade de alteração de cor permite que o material aja como um sensor, detectando rapidamente os vapores produzidos por explosivos escondidos em roupas, alimentos e bebidas. A tinta contém partículas de um composto de molibdênio, um metal usado com frequência em peças de mísseis e aeronaves.
Fitas de teste contendo a tinta poderiam ser mergulhadas em líquidos não-potáveis antes do embarque. Em bebidas, amostras podem ser retiradas pela inserção de um tubo capilar com o material, sem contaminar os líquidos; a reação química ocorreria no interior do tubo.
Aplebett e seus colegas fundaram a Xplosafe, uma empresa que desenvolve e comercializa a “tinta anti-explosivos”. Eles esperam que o produto seja aplicado em aeroportos no máximo um ano.
FONTE : http://blogs.discoverybrasil.com/noticias/2011/04/tinta-que-detecta-explosivos-pode-impedir-ataques-terroristas.html
Pesquisadores brasileiros descobriram uma aliada inesperada no combate à água potável contaminada: a banana.
Em um novo estudo, as cascas trituradas da fruta conseguiram se ligar a vestígios de chumbo e cobre em amostras de água, aumentando em 20 vezes a detecção de metais tóxicos. A descoberta é uma nova esperança para as pessoas de países em desenvolvimento, onde a qualidade da água pode ser precária e as mais avançadas tecnologias de análise de água raramente chegam.
Mas ninguém deve se apressar e colocar cascas de banana na água para torná-la potável, alertam os pesquisadores. Um dia, a técnica pode ser reproduzida em ambientes industriais de forma barata e se tornar uma opção não tóxica para a limpeza de reservatórios de água.
“A supresa está na capacidade de extração, mais alta do que em materiais similares construídos com reações químicas, como sílica modificada, trióxido de alumínio e celulose”, explica Gustavo Castro, químico do Instituto de Biociências de Botucatu, no estado de São Paulo.
“Todos esses materiais são produzidos no laboratório com o mesmo objetivo: remover os metais da água. No entanto, o custo de produção é alto e o processo gera alguns resíduos tóxicos”.
Metais pesados como o cobre e o chumbo são poluentes comuns em efluentes industriais e agrícolas. Mesmo em concentrações extremamente baixas em água potável, esses metais podem ser prejudiciais à saúde humana, e seus efeitos variam de náuseas a danos ao fígado e ao cérebro. Entretanto, pode ser difícil detectá-los em doses tão baixas.
Em busca de formas mais sustentáveis de detectar e remover os metais da água, grupos de pesquisadores têm trabalhado com cana de açúcar, fibras de coco e cascas de maçã, entre outros materiais. Castro e seus colegas foram os primeiros a fazer experimentos com cascas de banana, que contêm proteínas que se ligam a metais.
Os pesquisadores começaram com frascos de água que continham níveis pré-determinados de íons de cobre e chumbo carregados positivamente. Eles então acrescentaram um pó fino feito de cascas de banana trituradas e agitaram a mistura. Depois de alguns minutos, havia menos metal na água do que no início do experimento, o que demonstra a ligação entre o pó de casca de banana e os metais.
A técnica funcionou até com altos níveis de pH, o que seria útil pra tratar efluentes industriais. Além disso, as cascas de banana conservaram suas propriedades de ligação com metais por mais de 10 ciclos de experimentos.
“As cascas de banana não podem ser usadas para remover metais da água ou descontaminá-la”, alerta Ashok Gadgil, engenheiro ambiental da Universidade da Califórnia em Berkeley. “No entanto, seu valor está na habilidade de aglomerar traços de chumbo e cobre, facilitando sua detecção”.
O nível máximo permitido de chumbo na água, segundo a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, é de apenas 15 partes por bilhão. Níveis tão baixos podem passar despercebidos com facilidade por vários tipos de equipamentos. No novo estudo, o pó de casca de banana aumentou 20 vezes mais a concentração desses metais, facilitando sua detecção mesmo com instrumentos rudimentares.
“Qualquer pessoa munida de um instrumento relativamente sensível encontrará uma concentração 20 vezes maior do (poluente) que estiver procurando”, explicou Gadgil. “A técnica interessa às pessoas que têm acesso limitado a equipamentos altamente sofisticados. Elas poderiam usá-la como um pré-concentrador para detectar minúsculas quantidades de metal, mesmo em equipamentos com altos limites de detecção”.
Entretanto, antes de aplicar a técnica no monitoramento de água no mundo real, Gadgil afirma que é preciso conduzir mais testes com outras variedades de banana e diferentes níveis de maturação. “Queremos saber se uma banana em Bangladesh funciona da mesma forma que uma banana no Brasil. Gostaria de confiar totalmente em um método de análise antes de partir para um plano de ação”, garante Castro.
FONTE : http://blogs.discoverybrasil.com/noticias/2011/03/casca-de-banana-uma-aliada-no-combate-%C3%A0-%C3%A1gua-contaminada.html
Em um novo estudo, as cascas trituradas da fruta conseguiram se ligar a vestígios de chumbo e cobre em amostras de água, aumentando em 20 vezes a detecção de metais tóxicos. A descoberta é uma nova esperança para as pessoas de países em desenvolvimento, onde a qualidade da água pode ser precária e as mais avançadas tecnologias de análise de água raramente chegam.
Mas ninguém deve se apressar e colocar cascas de banana na água para torná-la potável, alertam os pesquisadores. Um dia, a técnica pode ser reproduzida em ambientes industriais de forma barata e se tornar uma opção não tóxica para a limpeza de reservatórios de água.
“Todos esses materiais são produzidos no laboratório com o mesmo objetivo: remover os metais da água. No entanto, o custo de produção é alto e o processo gera alguns resíduos tóxicos”.
Metais pesados como o cobre e o chumbo são poluentes comuns em efluentes industriais e agrícolas. Mesmo em concentrações extremamente baixas em água potável, esses metais podem ser prejudiciais à saúde humana, e seus efeitos variam de náuseas a danos ao fígado e ao cérebro. Entretanto, pode ser difícil detectá-los em doses tão baixas.
Em busca de formas mais sustentáveis de detectar e remover os metais da água, grupos de pesquisadores têm trabalhado com cana de açúcar, fibras de coco e cascas de maçã, entre outros materiais. Castro e seus colegas foram os primeiros a fazer experimentos com cascas de banana, que contêm proteínas que se ligam a metais.
Os pesquisadores começaram com frascos de água que continham níveis pré-determinados de íons de cobre e chumbo carregados positivamente. Eles então acrescentaram um pó fino feito de cascas de banana trituradas e agitaram a mistura. Depois de alguns minutos, havia menos metal na água do que no início do experimento, o que demonstra a ligação entre o pó de casca de banana e os metais.
A técnica funcionou até com altos níveis de pH, o que seria útil pra tratar efluentes industriais. Além disso, as cascas de banana conservaram suas propriedades de ligação com metais por mais de 10 ciclos de experimentos.
“As cascas de banana não podem ser usadas para remover metais da água ou descontaminá-la”, alerta Ashok Gadgil, engenheiro ambiental da Universidade da Califórnia em Berkeley. “No entanto, seu valor está na habilidade de aglomerar traços de chumbo e cobre, facilitando sua detecção”.
O nível máximo permitido de chumbo na água, segundo a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, é de apenas 15 partes por bilhão. Níveis tão baixos podem passar despercebidos com facilidade por vários tipos de equipamentos. No novo estudo, o pó de casca de banana aumentou 20 vezes mais a concentração desses metais, facilitando sua detecção mesmo com instrumentos rudimentares.
“Qualquer pessoa munida de um instrumento relativamente sensível encontrará uma concentração 20 vezes maior do (poluente) que estiver procurando”, explicou Gadgil. “A técnica interessa às pessoas que têm acesso limitado a equipamentos altamente sofisticados. Elas poderiam usá-la como um pré-concentrador para detectar minúsculas quantidades de metal, mesmo em equipamentos com altos limites de detecção”.
Entretanto, antes de aplicar a técnica no monitoramento de água no mundo real, Gadgil afirma que é preciso conduzir mais testes com outras variedades de banana e diferentes níveis de maturação. “Queremos saber se uma banana em Bangladesh funciona da mesma forma que uma banana no Brasil. Gostaria de confiar totalmente em um método de análise antes de partir para um plano de ação”, garante Castro.
FONTE : http://blogs.discoverybrasil.com/noticias/2011/03/casca-de-banana-uma-aliada-no-combate-%C3%A0-%C3%A1gua-contaminada.html
Uma equipe de cientistas reunidos na Suíça e na Alemanha para buscar um objetivo único - a construção de um modelo de computador de um cérebro humano.
Called the Human Brain Project - but perhaps inevitably dubbed 'Team Frankenstein' in the media - it is in discussion with the EU for a £1billion grant. Chamado de Projeto Cérebro Humano - mas talvez inevitavelmente, apelidado de "Team Frankenstein 'na mídia - que está em discussão com a UE para uma concessão de £ 1 bilhão.
Scientists claim success may lead to cures for various diseases like Parkinson's. Os cientistas afirmam sucesso pode levar à cura de várias doenças como mal de Parkinson.
Também pode levar a robôs inteligentes e supercomputadores que anão existentes actualmente.
Henry Markram, a neuroscientist at the École Polytechnique Fédérale in Lausanne, Switzerland, has assembled a team of nine top European scientists for the research effort. Henry Markram, um neurocientista da École Polytechnique Fédérale de Lausanne, na Suíça, reuniu uma equipe de nove cientistas europeus de topo para o esforço de pesquisa.
Henry Markram, a neuroscientist at the École Polytechnique Fédérale in Lausanne, Switzerland, has assembled a team of nine top European scientists for the research effort. Henry Markram, um neurocientista da École Polytechnique Fédérale de Lausanne, na Suíça, reuniu uma equipe de nove cientistas europeus de topo para o esforço de pesquisa.
"Este é um dos três grandes desafios para a humanidade. We need to understand earth, space and the brain. Precisamos entender a terra, do espaço e do cérebro. We need to understand what makes us human.' Precisamos entender o que nos torna humanos. " Markram told Germany's Spiegel magazine. Markram disse à revista alemã Spiegel.
The scientists and researchers working with the Human Brain Project believe that if they secure the funding, they will be able to replicate mankind's most vital organ in 12 years. Os cientistas e pesquisadores que trabalham com o cérebro humano projeto acreditam que se assegurar o financiamento, eles serão capazes de replicar órgão mais vital da humanidade em 12 anos
Os pedidos de que se for bem sucedida são enormes, as empresas farmacêuticas, por exemplo, seria capaz de reduzir drasticamente tempos de teste, ignorando os seres humanos para testar novos medicamentos com base no modelo de computador.
Supercomputers at the Jülich Research Center near Cologne are earmarked to play a vital role in the research which Makram says will involve 'a tsunami of data.' Supercomputadores no Centro de Pesquisas de Jülich, perto de Colônia são destinados a desempenhar um papel fundamental na investigação que Makram diz que envolvem "um tsunami de dados".
Jülich neuroscientist Katrin Amunts has begun work on a detailed atlas of the brain which involved slicing one into 8,000 parts which were then digitalized with a scanner. neurocientista Jülich Katrin Amunts começou a trabalhar em um atlas detalhado do cérebro que envolve um corte em 8.000 peças que foram digitalizadas com um scanner.
Makram added: 'It is not impossible to build a human brain. Makram acrescentou: "Não é impossível construir um cérebro humano. We can do it in just over 10 years. Nós podemos fazer isso em pouco mais de 10 anos.
'This will, when successful, help two billion people annually who suffer from some type of brain impairment.' "Esta será, quando bem sucedida, ajuda a dois bilhões de pessoas por ano que sofrem de algum tipo de comprometimento cerebral.
O projecto já criou uma coluna neocortical artificial, que é exclusiva dos mamíferos.
We have many of these columns to cope with complex cognitive functions including parenthood and social interactions. Temos muitas dessas colunas para lidar com funções cognitivas complexas, incluindo a paternidade e interações sociais.
It was digitally constructed using a software model of tens of thousands of neurons. Foi construídas digitalmente utilizando um modelo de software de dezenas de milhares de neurônios.
A TRADUÇAO TA MEIO RUIM :S
A TRADUÇAO TA MEIO RUIM :S
TEXTO ORIGINAL EM : http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-1387537/Team-Frankenstein-launch-bid-build-human-brain-decade.html#ixzz1MiTOVS00
A Justiça concedeu uma liminar determinando a expedição de salvo-conduto a um grupo de 17 pessoas para que possam participar da Marcha da Maconha em São Paulo sem serem presas por apologia ao crime. A decisão não vale para outras pessoas que estiverem no evento.
Oito são presos na Marcha da Maconha em Belo Horizonte e no Rio
Três capitais realizam marcha em defesa da maconha
Argentinos e uruguaios aderem à Marcha da Maconha
A decisão foi proferida pelo juiz Davi Capelatto no dia 28 de abril e divulgada nesta terça-feira pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Ela assegura os direitos de livre reunião e pacífica expressão de pensamento dos envolvidos.
A Marcha da Maconha está marcada para o dia 21 de maio, às 14h, com concentração no vão livre do Masp, na avenida Paulista, centro de São Paulo. No dia 7 de maio, três jovens foram detidos enquanto tentavam organizar a marcha.
Na decisão, o juiz afirma que "trata-se de uma postura de política pública a criminalização ou não do uso das drogas. Não se pode impedir nenhuma pessoa de manifestar sua opinião, sob pena de censura por parte do Judiciário."
Capelatto exemplifica que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso já defendeu publicamente a descriminalização das drogas e nunca foi investigado por apologia ao crime.
PELO BRASIL
No Rio, o juiz Alberto Fraga, do 4º Juizado Especial Criminal, concedeu habeas corpus preventivo, garantindo que os manifestantes não serão presos.
Já em Vitória, o Ministério Público acionou a Justiça, pedindo a proibição do movimento. Na ação, o promotor Marcos Antônio Rocha Pereira afirmou que a marcha consistiria em apologia ao crime. Ele também alegou que o movimento era influenciado pelo crime organizado.
Na noite do, o juiz Marcelo Menezes Loureiro negou o pedido do Ministério Público e autorizou a realização da marcha, com a presença ostensiva de policiais.
A marcha acontecerá no campos da Ufes (Universidade Federal do Espírito Santo).
Os participantes do movimento se mobilizam, sobretudo, pela internet. Além de um site mantido pela organização da marcha --que mantém um fórum de discussões sobre o tema--, a hashtag #marchadamaconha é um dos tópicos mais comentados ("trending topics") no microblog Twitter na tarde deste sábado.
FONTE : http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/917162-grupo-tem-liminar-para-participar-de-marcha-da-maconha-em-sp.shtml
Oito são presos na Marcha da Maconha em Belo Horizonte e no Rio
Três capitais realizam marcha em defesa da maconha
Argentinos e uruguaios aderem à Marcha da Maconha
A decisão foi proferida pelo juiz Davi Capelatto no dia 28 de abril e divulgada nesta terça-feira pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Ela assegura os direitos de livre reunião e pacífica expressão de pensamento dos envolvidos.
A Marcha da Maconha está marcada para o dia 21 de maio, às 14h, com concentração no vão livre do Masp, na avenida Paulista, centro de São Paulo. No dia 7 de maio, três jovens foram detidos enquanto tentavam organizar a marcha.
Na decisão, o juiz afirma que "trata-se de uma postura de política pública a criminalização ou não do uso das drogas. Não se pode impedir nenhuma pessoa de manifestar sua opinião, sob pena de censura por parte do Judiciário."
Capelatto exemplifica que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso já defendeu publicamente a descriminalização das drogas e nunca foi investigado por apologia ao crime.
PELO BRASIL
No Rio, o juiz Alberto Fraga, do 4º Juizado Especial Criminal, concedeu habeas corpus preventivo, garantindo que os manifestantes não serão presos.
Já em Vitória, o Ministério Público acionou a Justiça, pedindo a proibição do movimento. Na ação, o promotor Marcos Antônio Rocha Pereira afirmou que a marcha consistiria em apologia ao crime. Ele também alegou que o movimento era influenciado pelo crime organizado.
Na noite do, o juiz Marcelo Menezes Loureiro negou o pedido do Ministério Público e autorizou a realização da marcha, com a presença ostensiva de policiais.
A marcha acontecerá no campos da Ufes (Universidade Federal do Espírito Santo).
Os participantes do movimento se mobilizam, sobretudo, pela internet. Além de um site mantido pela organização da marcha --que mantém um fórum de discussões sobre o tema--, a hashtag #marchadamaconha é um dos tópicos mais comentados ("trending topics") no microblog Twitter na tarde deste sábado.
FONTE : http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/917162-grupo-tem-liminar-para-participar-de-marcha-da-maconha-em-sp.shtml
A verdade oculta sobre a gripe suina (H1N1)
Talvez o vírus H5N1 nas aves não tivesse forma de criar mutações para se adaptar ao genoma Humano, e a pandemia não surgiu.Provavelmente instalaram um vírus nos porcos para ele se desenvolver e adaptar, pois o corpo do porco é análogo ao do homem, os orgãos idênticos,
e a sua reação aos venenos pode ser considerada uma indicação confiável sobre as reações humanas.Então o vírus nos porcos iria estabelecer uma ponte genética mais facilmente para infectar humanos, quando ele já estiver adaptado à genética do porco.Facilmente iria desenvolver-se num organismo humano. Quem já viu um porco aberto, pode verificar como os órgãos são idênticos. Veja mais sobre compatibilidade dos órgãos Porcos-Humanos, aqui :
O cigarro é responsável por:
- 80 mil mortes por ano no Brasil (10 pessoas por hora)
- 25% das mortes causadas por doença coronariana – angina e infarto do miocárdio
- 45% das mortes causadas por doença coronariana na faixa etária abaixo dos 60 anos
- 45% das mortes por infarto agudo do miocárdio na faixa etária abaixo de 65 anos
- 85% das mortes causadas por bronquite e enfisema
- 90% dos casos de câncer no pulmão (entre os 10% restantes, 1/3 é de fumantes passivos)
- 30% das mortes decorrentes de outros tipos de câncer (de boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga e colo de útero)
- 25% das doenças vasculares (entre elas, derrame cerebral
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